quarta-feira, 7 de junho de 2017

            Hand Spinner- A nova Mania da Garotada


Um brinquedo interessante vem ganhando espaço entre a garotada, de 7 a 15 anos de idade, espalhados por este Brasil. Colorido, atrativo e bem divertido este pequeno brinquedo chama-se:

Hand Spinner!

O que é o Hand Spinner?

É um pequeno brinquedo americano, com 3 pontas de metal ou plástico que giram nas pontas dos dedos. A criança segura firmemente entre os dedos e cria "manobras radicais" ou simplesmente observa o brinquedo girar, uns com muita velocidade e outros nem tanto assim.

O objetivo deste mini brinquedo, ajuda a combater a ansiedade e diminuir o stress, além de também ser útil para auxiliar as pessoas que desejam largar alguns vícios, como roer as unhas ou usar constantemente o smartphone, por exemplo, além de ajudar no relaxamento.

Pode ser facilmente encontrado para venda em várias lojas de brinquedos, na internet, inclusive em camelôs.  Os rolamentos, podem ser vendidos separadamente e tem os mais diversos modelos: coloridos, de borracha, iluminados com led, de plástico resistente, de personagens...

Modelo luminoso em led


Os preços variam, entre R$ 15,00 até R$ 60,00 o mais ousado e luminoso.


Nem todos os especialistas concordam com o uso deste miúdo brinquedo, já que os hand spinners são muitas vezes promovidos como um brinquedo que ajuda a melhorar o foco, habilidade, destreza e a concentração, especialmente em casos de crianças com déficit de atenção ou autismo.

Assim como todo brinquedo, este tem suas recomendações, há também disponível no mercado alguns modelos pontiagudos, o que não é aconselhável para crianças menores, já que pode feri-las.


Modelo pontiagudo

Para saber mais sobre este brinquedo, um vídeo do programa Bem Estar:

http://g1.globo.com/bemestar/videos/t/edicoes/v/hand-spinner-reduz-o-estresse/5922934/ 


 Por: Hosana Leonor



quarta-feira, 31 de maio de 2017

Resultado do sorteio do livro: O Guia Essencial da Mãe

         Resultado do sorteio  do livro: O Guia Essencial da Mãe


                    


 Por: Hosana Leonor

quarta-feira, 10 de maio de 2017

1,2,3 e JÁ!!!!! Brincadeiras infantis, são esquecidas pela nova geração.

1, 2, 3 e JÁ!!!!!
                    Brincadeiras infantis, são esquecidas pela nova geração.



O que está acontecendo com as nossas crianças? Será que só a escola tem o papel de ensinar ao pequeno a importância das brincadeiras? Porque não se vê mais crianças em pátios  de residências, em vilas...

Os fatores seriam:  aumento de violência. Preguiça. Timidez. A tecnologia. O vídeo Game. Vários fatores influenciam  nas tomadas  de decisões para que estas crianças, não saiam mais de casa.

Mas a brincadeira de rua continua sendo saudável, original e criativa. Brincar na rua dá o poder de liberdade, de aprender a dividir os espaços que não são só seus, ajuda a conhecer o outro, seus pontos fortes e fracos.  Uma simples brincadeira infantil em conjunto,  ajuda a criança a se desenvolver e resolver seus conflitos internos,  e é partilhando e compartilhando. 



Não, não está fácil deixar o pequenino sair por aí sem saber onde está, os tempos são outros, mas podemos acompanhar este pequeno. Por que não participar de uma atividade em grupo no seu prédio  ou rua? 

Cada semana um responsável fica atento as atividades dos menores. 
Aproveitar o tempo e apresentar as brincadeiras esquecidas que hoje já não são tão famosas, pique- esconde, pique -pega,  pique-bandeira, uma infinidade de brincadeiras interativas que estimulam a garotada a se soltar,  fazer amigos, se conhecer, neste mundo tão virtual que é o de hoje. 

O brincar tem que ser levado a sério, é importante para a criação!

 Os pais e responsáveis precisam ficar atentos a esta nova geração plugada, sintonizada com este mundo virtual. Porque crianças  estão trocando as brincadeiras infantis pelo celular? O que atrai uma criança para a  tela fria e colorida? Por que não podemos resgatar o infantil para brincadeiras reais, com objetos e pessoas reais?



Não podemos deixar as brincadeiras morrerem fora da escola por culpa da tecnologia  e nem dentro dela com atividades em demasia.

Resgatar estas atividades é trabalhar também, com várias etapas da criança no seu desenvolvimento sócio - afetivo e psicomotor.

Fica a dica!

Por: Hosana Leonor